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“Quebrar paradigmas, discutir e fomentar a gestão estratégica da saúde dentro das empresas tem sido a proposta do Grupo de Saúde Corporativa da AAPSA desde que foi idealizado”. Com estas palavras a presidente  e criadora do Grupo de Saúde Corporativa, a advogada especializada na área de saúde, VP Jurídica da AAPSA, Milva Gois dos Santos Pagano, abriu a quarta edição do Fórum de Saúde Corporativa da AAPSA que aconteceu no dia 20 de setembro, em São Paulo, no auditório do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Continuou ela: “Buscamos a conscientização e empoderamento das empresas contratantes para a efetiva gestão da saúde dos colaboradores, através de mapeamento  e integração de informações”. Na sequência à sua fala, o ciclo de palestras foi inaugurado pelo presidente da Gama Saúde, Maurício Ceschin, com o tema Saúde Corporativa: Cenários, Desafios e Oportunidades.

 

 

APESAR DE PAGAR A CONTA DA SAÚDE, O MUNDO CORPORATIVO EXIGE POUCO DO SISTEMA, QUANDO PODERIA EXIGIR MUITO MAIS COMO CONTRAPARTIDA

 

Um dos pontos altos de sua apresentação foi o recado que deixou às organizações ao enfatizar que elas devem participar da gestão assistencial. Os motivos são bastante conhecidos dos players do setor: o ambiente hoje é desafiador, as empresas são responsáveis por 66% dos usuários de planos de saúde, quase 70% da saúde assistencial no Brasil é custeada pelas companhias e 40% do que é gasto em saúde no Brasil é investido por empresas, apontou Ceschin. “O mundo corporativo é o principal patrocinador da saúde neste país e apesar de pagar a conta, não demanda e não exige uma contrapartida, a considerar o poder de barganha que detém. As empresas poderiam ser muito mais atuantes do que são hoje”. Pedindo desculpas pelo recado sincero, ele ressaltou que as empresas são passivas, pois como são as pagadoras da saúde de seus colaboradores, deveriam demandar das operadoras um melhor serviço. “O contexto impõe uma nova postura e conscientização do RH, da área financeira e da empresa. O papel das organizações na saúde é estimular a mudança de comportamento e educar o usuário para a correta utilização do sistema”. Citando números da evolução dos custos de saúde versus a folha de pagamento, lembrou que em 2004 o percentual era de 7,4%, e em 2014 alcançara 11%, podendo atingir 15% em 2019, o que “significa que em dez anos o custo de saúde sobre a folha de pagamento vai dobrar neste país e eu não acho que as empresas estão conseguindo dobrar suas receitas nesta mesma velocidade, o que impõe um desafio muito grande em relação ao benefício”. Ceschin expôs que as empresas têm buscado reduzir o custo de saúde, o que ele classificou como “primeira onda”, sendo a “segunda onda”, observado por ele, a tentativa de transferir para o usuário a maior parte do custo de saúde. “Essas duas ondas não foram suficientes e estamos entrando na terceira alternativa que é a necessidade das empresas se envolverem e participarem da gestão assistencial, ou o benefício se tornará proibitivo do ponto de vista do custo corporativo”.  

Outro tema abordado pelo presidente da Gama Saúde foi sobre a necessidade de mudança do modelo de financiamento, da remuneração e adoção de linha de cuidados voltada para a produção de saúde. “Um sistema de saúde não vai produzir saúde se todo o ganho dele está ancorado na doença. Hoje o sistema de saúde só ganha dinheiro tratando doença e produzir saúde pede a inversão dessa lógica”. Ele explicou que linha de cuidado é estratificar a população, estabelecer seu padrão de risco, focar nos portadores de patologias e criar linhas de cuidados individualizadas para cada um. “Usar o sistema com eficiência, mudar o modelo produtivo e construir modelos voltados para a saúde está nas mãos de todos”.

 

 

A GESTÃO DA SAÚDE TEM DOIS CAMINHOS: ESCOLHER UM BOM PARCEIRO OU INTERNALIZAR

 

Em tom sereno, o Líder da Deloitte para a Indústria de Life Science & Health Care, Enrico Vettori, apresentou o tema “O que Impacta no Custo do Benefício Saúde” e chamou a atenção dos participantes com questionamentos e indagações, por ele mesmo respondidos. Um deles foi: “o quanto o benefício saúde impacta nos resultados e o que as empresas estão fazendo? Eu só conheço um caminho: gestão”.

Segundo ele, está havendo uma série de iniciativas dentro dos RHs. Há empresas que já estão bastante avançadas e outras menos maduras. “Existem ações fortes de promoção e prevenção e quanto tudo isso de fato impactará na gestão do sinistro e na qualidade de vida que os funcionários e beneficiários? Só temos um caminho: a gestão de todo o ciclo”, ressaltou. Segundo o líder da Deloitte, os equívocos de gestão das empresas estão no modo de tratar a saúde: deveriam escolher um bom parceiro ou internalizar. “Sem querer agredir, hoje as operadoras estão perdidas. O beneficiário pode estar sendo atendido por uma operadora que não consegue ela própria gerir sua carteira e todo o processo que faz o ciclo do sinistro e do pagamento”, alertou. “Algo em torno de 70% do PIB da saúde privada está nas mãos das organizações, portanto, temos de aumentar a capacidade do RH de fazer a gestão e tudo começa pela regulação. Um dos caminhos é a internalização, façam com que os RHs atuem. Internalizar uma gestão de benefício saúde implica em estruturar os RHs da melhor maneira para que de fato as empresas tenham maturidade de gestão, com tecnologia, com processos e pessoas competentes para que possam enfrentar isso, senão busquem parceiros”.

 

 

OLHAR PARA A SAÚDE SOB A PERSPECTIVA DA CONECTIVIDADE ILIMITADA MUDA O JOGO: BEM VINDOS À ERA DA MEDICINA PERSONALIZADA

 

Com o tema “Saúde, um ator estratégico para o desenvolvimento das organizações”, o terceiro palestrante do IV Fórum de Saúde Corporativa da AAPSA, o médico fisiatra do Serviço Social da Indústria (Sesi) de Santa Catarina, Marcelo Tournier,  afirmou que as mudanças provocadas pela tecnologia estão alcançando o setor de saúde. “O paciente terá acesso à tecnologia, às medidas de prevenção e aos cuidados aonde quer que ele esteja”. Tournier associou o aumento do acesso à tecnologia por parte das pessoas preocupadas com cuidados em saúde, com o recuo no número de indivíduos beneficiados com plano de saúde. Nos últimos dois anos quase dois milhões de pessoas deixaram de ter acesso aos planos assistenciais e, não contentes com o atendimento que estão recebendo do Sistema Único de Saúde (SUS), começaram a migrar para plataformas de encaminhamento de consultas que, por sua vez, estão recebendo investimentos das maiores empresas do mundo, explicou. “Observamos com esta crise que existem novas oportunidades, para novos nichos de mercado, e novos modelos de ofertas de cuidados de saúde que podem ser explorados para o empoderamento dessas pessoas. Bem-vindos à era da medicina personalizada!”. Ainda segundo Tournier, a conectividade e a tecnologia podem promover a mudança de comportamento nos indivíduos.

 

 

SÓ UM TRIPÉ PODE TRAZER SUSTENTABILIDADE PARA A SAÚDE: SUBSCRIÇÃO, SINISTRO E GESTÃO


A grande discussão é o COMO? Foi com esta indagação que o vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, Maurício Lopes, provocou os participantes do IV Fórum de Saúde Corporativa da AAPSA. Sendo o tema de sua palestra “Promoção da Saúde, um caminho para a Sustentabilidade”, Lopes enfatizou: “Como conseguiremos manter o mercado sustentável, como conseguiremos trazer um modelo que faça sentido para todos em um ambiente de escassez?”. Ele explicou que, na SulAmérica, “nós nunca acreditamos em promoção e prevenção como única estratégia isolada e vencedora para se tornar a saúde mais sustentável. Acreditamos sim, que um tripé pode trazer mais sustentabilidade”. O primeiro tripé, explicou Lopes, é saber subscrever de maneira correta. O segundo ponto é a gestão de sinistros. “E dentro do sinistro há rede para transformar, remuneração médica baseada em resultados para colocar de pé, compra de insumos da cadeia produtiva que incorporam margens que não deveriam incorporar, há má utilização, fraude, abuso”. O terceiro pilar, prosseguiu o vice-presidente da SulAmérica, é a gestão de saúde. “Dentro da gestão de saúde existe um conjunto de estratégias enormes, e um subitem dentro da gestão de saúde é a promoção e prevenção, que tem de ser olhado como parte de um todo. Se os três pilares não funcionarem de maneira consolidada, não se chega a uma solução”.

Em sua explanação, Lopes disse que cliente quer mais do que tratamento e segurança, ele quer também cuidado, “e cuidado e acesso nem sempre são itens que se traduzem da mesma maneira”. Entre os pontos altos de sua palestra, apontou como o “mundo real”, se impõe entre o que se entende como gestão de saúde: “Acreditamos que as pessoas precisam fazer exercício físico, se alimentarem melhor, porém, elas moram em um lugar que tem pouco acesso, que é violento, que não tem luz à noite, ela come no ônibus, no metrô, come gordura trans, porque obviamente é o que é possível comer, então a vida dessas pessoas acaba por atrapalhar um bocado de coisas que a gente sonha romanticamente, que gostaríamos de fazer”.

O modelo de saúde não passou despercebido na palestra de Lopes: “Temos uma rede fee for sevice, e um dos problema é engajar e ter recurso suficiente para fazer investimento no curto prazo. A margem das operadoras de planos de saúde está batendo em 0,3% da receita e assim não sobra para o investimento e, como fazer uma coordenação melhor e qualificação da rede? Então o desafio é grande”.  Na avaliação de Lopes, o RH precisa entender que tem um sinistro para gerenciar, e para dar conta dessa missão precisa ser empoderado.

 

CASES APRESENTADOS NO IV FÓRUM DE SAÚDE CORPORATIVA DA AAPSA

CASE SUZANO PAPEL E CELULOSE

Com 28 mil vidas com idade média de 32 anos (40 para os titulares e 27 para os dependentes), a Suzano Papel e Celulose apresentou case focado na gestão da sinistralidade atrelada à melhoria do cuidado em saúde. Segundo o Gerente de Saúde e Qualidade de Vida da Suzano Papel e Celulose, Danilo Araújo, a população e seus familiares começaram a ser mapeadas em 2012 por questionário, mesmo aquelas que trabalhavam nas florestas da empresa. O resultado foi 80% de mapeamento, encerrado em dezembro do mesmo ano em que o projeto começou, e que permitiu conhecer os seguintes fatos: havia diferentes expectativas com relação à saúde e diferentes realidades de saúde nas unidades da empresa; alto índice de sedentarismo, pelo menos um fator de adoecimento nos empregados, início do monitoramento de doenças crônicas. As ações consistiram em lançamento de programa de qualidade de vida para trabalhadores e seus familiares; lançamento de plataforma de saúde na intranet para combate ao tabagismo e outras ações como o estímulo ao uso da academia e prática de exercícios físicos, programa de controle de peso, nutricionista, psicólogo e ciclo de palestras.  

CASE UNIMED SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

A Unimed São Jose do Rio Preto, empresa com 240 mil clientes e 127 médicos apostou no estudo do perfil epidemiológico de sua carteira e hoje oferece cinco programas de promoção à saúde. Em sua palestra no IV Fórum de Saúde Corporativa da AAPSA, a gerente de Provimento de Saúde da Unimed de São José do Rio Preto, Célia Regina Malvezi Mugayar, explicou que a estratégia foi concentrar forças nas doenças crônicas e fatores de riscos incidentes, canalizando recursos nas ações que efetivamente trariam melhores resultados de saúde, bem como controle da ascendência dos custos assistenciais. “Nosso foco foi desenvolver e potencializar os programas existentes, se reestruturar para atender os crônicos nas patologias diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares, e nos fatores de risco como obesidade, dor crônica e inatividade física”.

Como enfrentamento ao cenário, o desafio foi ofertar soluções e mitigar o risco estruturando a expansão do núcleo de medicina preventiva, incorporação de tecnologia através de software de gestão e BI de saúde, treinamento com Coach para equipe multidisciplinar, replanejamento dos programas e cursos, com foco nos fatores de risco (obesidade, sedentarismo e dor crônica de coluna) e o núcleo para dimensionar o atendimento aos clientes centrado na gestão da doença crônica. Na avaliação de Celia, um dos diferenciais da gestão e que vem garantindo resultados é o acompanhamento para promover a mudança efetiva de comportamento. “A integração dos serviços, ao longo dos últimos anos, foi a base de nossa mudança. Estamos promovendo dentro das linhas de cuidados da Unimed essa integração, de modo que o cliente, em cada momento de necessidade de demanda de um programa, possa ser acompanhado do início ao fim”.

Entre os resultados mais relevantes, Celia cita o programa de obesidade, o qual 85% dos participantes perderam a circunferência abdominal e 88% diminuíram o peso. Em outro programa, o Oficina da Coluna, há melhora considerável dos participantes nos índices de capacidade funcional, dor, estado geral de saúde e aspecto emocional, além da  redução de 35% na sinistralidade dos participantes do grupo, medidos após um ano, e 17% abaixo da sinistralidade média comparada a um grupo controle.

A carteira de clientes corporativos representa 60% do total de beneficiários da Unimed São José do Rio Preto. Outra ação apresentada por Célia foi o desenvolvimento de um modelo chamado de “gestão de saúde compartilhada”, que realiza a análise do perfil epidemiológico da empresa, identifica os principais fatores de risco de saúde, e apresenta um plano de ação com atuação conjunta, nos fatores de risco, na orientação quanto ao uso adequado do plano, e principalmente nas ações de promoção à saúde e qualidade de vida. Com esta estratégia, a gerente da Unimed São José do Rio Preto ressalta ter conseguido apresentar às organizações resultados como a diminuição da frequência em pronto socorro e internação, além da melhoria da utilização do benefício saúde. “Dessa forma estamos conseguindo chamar a atenção das empresas para a importância dos programas de promoção e prevenção, lembrando que estas ações trazem resultados no médio e longo prazos”.

 

CASE HOSPITAL ALEMÃO OSWALDO CRUZ

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz desenvolveu como estratégia para promoção de saúde de seus trabalhadores o CASC – que é um centro de atenção à saúde e segurança do colaborador com modelo de integração da saúde assistencial, promoção à saúde e qualidade de vida e que existe desde 2007. Para executar essa ação de forma bem estruturada, explicou o Gerente de Qualidade de Vida e Saúde do Hospital Alemão Osvaldo Cruz, Rodrigo Bornhausen Demarch, o hospital buscou o conhecimento com um parceiro. Foi quando em 2009 reconheceram na Universidade de Stanford a instituição que os ajudaria a trazer a metodologia e o conhecimento necessários para o início do programa integrado de saúde da organização.

No ano de 2015 o hospital começou a desenvolver seu próprio modelo de saúde. A principal proposta de valor foi o programa Bem-Estar, que tem como meta contribuir para a sustentabilidade do negócio por meio da melhor experiência em saúde possível, reduzindo custos com saúde e aumentando a produtividade organizacional, além de melhorar a retenção de talentos da organização e gerando valor para a força de trabalho e para a comunidade. Demarch explicou que sua organização tem como base quatro frameworks que são aplicados rotineiramente. Um deles é o modelo assistencial do próprio Hospital Alemão Oswaldo Cruz que tem como premissa o paciente no centro do cuidado. O Triple Aim é o segundo framework. “Entendemos que há uma linha extremamente relevante na sustentabilidade dos sistemas de saúde para a melhor saúde da população, como a construção de um ambiente de trabalho saudável. Trabalhamos com o framework da ANS, que é a construção de um modelo de gestão integrada”.


FEEDBACK DOS PARTICIPANTES

Luciana Silveira, diretora executiva da Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (ANAB)

 

Na avaliação de Luciana Silveira (ANAB), o IV Fórum de Saúde Corporativa da AAPSA trouxe debates pertinentes, entre eles, a necessidade das empresas que contratantes em participarem mais ativamente da gestão assistencial de seus funcionários, seja com estrutura própria ou com a ajuda de administradoras de benefícios. Outro aspecto do Fórum que chamou a atenção da diretora da ANAB foi o que levantou a importância das empresas em garantir o acesso à saúde de seus funcionários para evitar afastamentos por doença, para aumentar a produtividade, para tornar o ambiente corporativo mais saudável. “Para as operadoras é importante manter as empresas como clientes, já que o plano de saúde coletivo empresarial responde por cerca de 70% do total de planos ofertados no país, ou seja, é ele quem financia o setor e nos últimos 2 dois anos houve uma redução expressiva no número de beneficiários vinculados a esses planos e isso causou um grande impacto na sustentabilidade do mercado de saúde suplementar”. Ainda segundo ela, “não é mais aceitável que operadoras de planos de saúde não conheçam o perfil epidemiológico da carteira de beneficiários assistidos. Só se administra aquilo que se mede”. Também “não é mais aceitável transferir ineficiência em forma de altos reajustes. É preciso utilizar o plano de maneira racional. O controle de custos deve se dar ao longo do ano, inibindo-se a fraude e evitando-se o desperdício. É preciso remunerar melhor o médico que se preocupa mais com o cuidado”, ressaltou. Questionada sobre as empresas demandarem mais dos planos de saúde, Luciana esclareceu as empresas não precisam aguardar o momento do reajuste para discutir, pois ao longo do ano elas devem acompanhar a situação de saúde de seus beneficiários e demandar das operadoras.

 

Maurício Lopes, vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica

“O que o evento da AAPSA proporciona é um espaço qualificado onde essa discussão ocorre de maneira madura e participativa”.  Em sua avaliação, o benefício do plano médico e odontológico concedido pelo empregador deve, possivelmente, ser o mais desejado pelos colaboradores das empresas. É também o benefício que mais tem sido pressionado pela subida dos custos ao longo dos últimos anos, não apenas no Brasil, mas no mundo todo, diz. “Desta forma, engajar os empregadores em discussões ativas sobre como melhorar a prestação desses serviços, agregando qualidade, engajamento e autocuidado dos funcionários e mantendo os custos sob controle é imperativo”.

 

 

       
       
       
       

 


 

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Os cases apresentados poderão ser vistos na TV AAPSA através de entrevistas altamente interativas e também em nosso site. 

 
 

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